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Dive into SpreadsheetML (Part 1 of 2).
Dive into SpreadsheetML (Part 2 of 2).

Gerar código que vai ser consumido por um jQuery, Ajax, Rederizar uma imagem, um documento Word, Excel, dentre outras tarefas que dispensam um arsenal de recursos visuais comuns num Web Form, em suma, é o que me parece mais se assemelha a uma página ASP Classic ou PHP, pois, não passa pelo ciclo completo de eventos de uma página ASP.NET. Parece ser uma página Peso-Mosca” ou uma ferramenta para artesanato, um estile, visto que se presta a um propósito bem específico e que espera-se que seja leve e rápido.

Plataforma Windows Azure.

Segredinhos” que uma vez entendidos simplificam a Migração do ASP Classic para o ASP.NET.

As possibilidades existentes no ASP.NET para codificar como no ASP Classic ainda existem elas foram apenas “desestimuladas” para evitar que o “mal hábitos” sejam mantidos, e assim induzir o uso da Orientação a Objeto.

Parece algo bom, mas, tem seus problemas nessa estratégia, para quem está habituado com ASP Classic ou PHP, terá com certeza no modelo ASP.NET com o Code Behind  um choque, sentindo-se demasiado amarrado. Se o fato de não utilizar Orientação a Objeto  fosse de fato algo tão ruim como se fala então os códigos do Google seria um fracasso, pois Python permite tanto a programação procedural quanto a programação Orientada a Objeto.

O grande segredo de um código bem feito não tem haver com a linguagem, apenas, mas, essencialmente como o “Code Man”, se vai programar o ASP.NET com o Code Behind, então obrigatoriamente o Visual Studio é a escolha certa, nada de saudosismo do Dreamweaver, ele de fato não é a melhor escolha para codificar para o Framework.NET, se esqueça dele para este propósito.

Mas, se precisar fazer aquela página  “feijão com arroz”, sem muita mutreta, então, conhecer Code Blocks Render, vai ser a solução. Isso não quer dizer que é pra usar a codificação no modelo ASP Classic dentro do ASP.NET, mas, isso ajudará a se sentir mais seguro com a idéia de que está lá dentro do ASP.NET, mas, é pra “usar com moderação“.

Não é apenas em mim, mas, já conheci muito programador que veio de VB e ASP Classic que tem horror a .NET, exatamente porque passa a impressão de que todo o conhecimento adquirido anteriormente é inútil, mas, não é. Após longos anos codificando ASP Classic é impossível se esquecer sem mais nem menos, por isso mesmo, identificar o que há de semelhante facilitar se enturmar com o modelo de desenvolvimento do Framework.NET.

Lembrando que a grande sacada do Framework.NET, é poder gerar “código de qualidade de forma rápida”, mas, até esta “forma rápida”, no começo é embolada, por mais, que o seu professor lhe diga, se esqueça tudo o que conhece de programação procedural e viva a orientação a objeto, isso é um fator crítico. Apesar de lhe ser dado a possibilidade de fazer muito mais coisas que antes, quando se tem muitas possibilidades facilmente se fica confuso, principalmente numa migração de ASP Classic para ASP.NET. Se posso fazer algo de forma rápida então porque fazer isso ficar complicado? O motivo é a Qualidade, pois a rapidez para codificar vem com o tempo de uso da linguagem, no meu caso C#.

Conheço vários que já desistiram desta migração por um motivo: “Tudo é diferente, da linguagem ao modelo de programação!”, mas, saber o que há em comum tira essa intimidação inicial, daí os “Segredinhos”, podem ajudar neste sentido, mas, por favor, não transforme um projeto ASP.NET num ASP Classic, o modelo de codificação do .NET visa aproveitar o ambiente do Visual Studio que é sem dúvida o melhor e mais poderoso IDE que existe hoje no mercado, e não adianta nem fazer comparações, pois não tem com o que comparar.

Os links para os “Segredinhos”:

Apesar do padrão dos navegadores modernos suportarem UTF8, não raramente dou de cara com situações que me aparecem caracteres ilegíveis,  mesclando-se com dados retornados do banco de dados que estão legíveis, e como sempre os carcteres ascentuados são as vítimas isso porque eles não existem no padrão ASCII.

Toda comunicação entre servidores web usa o padrão ASCII. Já o formato UTF8 é aplicado a uma página se estiver declarado na página, se o formato salvo for UTF8 e se o navegador dar suporte ao formato.

Todo email é transferido no formato ASCII, isso mesmo, sem choro e nem vela, por isso mesmo codificar os seu News vai ajudá-lo a ter menos dor de cabeça. Na geração de páginas tenho o cuidado de deixar a seguinte combinação para o nosso pt-BR:

No ASP Classic, a declaração de página:
<%@LANGUAGE=”VBSCRIPT” CODEPAGE=”65001″ LCID=”1046″%>
<% Response.Charset = “UTF-8” %>

No ASP.NET, o Visual Studio se precavê muito bem, dispensando muitas medidas preventivas

No SQL Server, é indispensável o COLLATION:
Latin1_General_CI_AS

“Desde a RFC 2822, os nomes e valores dos headers das mensagens são sempre caracteres ASCII.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/MIME
http://pt.wikipedia.org/wiki/ASCII

Qualquer arquivo que não existir na lista de Tipos de MIME do IIS, mesmo que exista no diretório de um WebSite é interpretado como inexistente.

ASP Classic Portable

Publicado: 28/07/2011 em ASP Classic

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